Trabalhos

Já fiz de -quase- tudo na Comunicação – fui assessora de imprensa, social media, produtora de conteúdo, redatora e até videomaker. É graças a esse mix de experiências, por ter vivenciado intensamente a rotina de execução de mídias, que hoje tenho uma visão estratégica e de longo prazo.

Hoje sei que a Comunicação é muito mais do que criar posts, é um conjunto múltiplo e versátil de estratégias e ações para informar, entreter, emocionar, criar conexão, reconhecimento, admiração e memória na mente do público. Especialmente memória.

O que vem depois disso é nada menos do que a confiança.

Abaixo, eu explico -e mostro- como tenho construído isso nos meus trabalhos mais recentes e significativos. Fica à vontade para entrar em contato comigo se quiser saber mais sobre qualquer um deles. =)

As regiões Norte e Nordeste do Brasil guardam histórias que o Brasil ainda não conhece. Foi nesses territórios — e a partir deles — que estruturei o departamento de comunicação da Palmares Laboratório-Ação. Em dois anos, desenvolvemos uma nova narrativa institucional, consolidamos uma equipe, implantamos uma presença multicanal e fizemos a cobertura de duas COPs.

A Palmares Lab é uma organização de clima e cultura localizada que atua com comunidades tradicionais e periféricas no Norte e Nordeste do Brasil. Quando assumi a coordenação de comunicação, em agosto de 2024, a organização não tinha departamento de comunicação estruturado, presença no LinkedIn ou estratégia de e-mail marketing — e contava com 2.100 seguidores no Instagram.

Em um ano, estruturei o departamento do zero, construí em colaboração com a liderança a narrativa e o posicionamento institucional, e implantei uma estratégia multicanal que passou a operar de forma integrada no Instagram, LinkedIn e e-mail. Formei e desenvolvi a equipe de comunicação, conduzi imersões anuais de planejamento estratégico com definição de OKRs, coordenei a cobertura jornalística em tempo real da COP29 e da COP30, e liderei o lançamento da Epicentro Jornalismo — plataforma de mídia independente territorial lançada em Belém durante a COP30.

CONHEÇA MEU TRABALHO NA PALMARES LAB


A estratégia de comunicação da segunda edição do BRABAS Festival começou em fevereiro — meses antes do festival acontecer — com um objetivo claro: construir antecipação a partir de histórias reais, não de divulgação genérica.

No Instagram, canal exclusivo da estratégia, desenvolvemos uma linha editorial centrada no protagonismo feminino no hip hop. Posts de apresentação das artistas do line-up, narrativas sobre grafiteiras locais e retratos de mulheres que constroem a cena cultural de Goiânia foram distribuídos em equilíbrio entre reels e carrosséis — formatos escolhidos pela sua capacidade de combinar alcance e profundidade. O conteúdo era produzido a partir de material fornecido pela organização e de contato direto com as próprias artistas. Em três meses, o perfil dobrou de seguidores — de 1.500 para 3.000.

Para a execução do evento, coordenei remotamente uma equipe com videomaker e storymaker operando em tempo real em Goiânia. O festival lotou no segundo dia, atingindo o limite de 800 pessoas e registrando recorde de público na história do evento.

CONHEÇA O MEU TRABALHO NO BRABAS FESTIVAL


O Goiânia Clandestina é um coletivo cultural de Goiânia dedicado à literatura, à poesia e à cena criativa periférica. Ao longo de 8 anos, coordenei a comunicação de todas as suas iniciativas, construindo, edição a edição, uma identidade reconhecível e uma presença consolidada na imprensa cultural de Goiás.

Coordenei a comunicação de 4 edições do Festival de Poesia Goiânia Clandestina, evento gratuito que reuniu entre 70 e 200 pessoas por edição e conquistou cobertura consistente nos principais veículos de mídia do estado.

Em setembro de 2025, o trabalho se expandiu para o Circuito Literário Clandestino, iniciativa que levou o festival para duas cidades simultaneamente, com eventos em Goiânia e Aparecida de Goiânia e um concurso de poesia encenada. Coordenei também a comunicação da Escola de Escritores, curso de três meses que formou 50 escritores periféricos das duas cidades em técnicas de escrita.

O capítulo mais singular dessa trajetória aconteceu em Moçambique. Acompanhei presencialmente o coletivo no Festival Poetas d’Alma, em Maputo, coordenando o registro audiovisual da turnê com um videomaker local.

CONHEÇA MEU TRABALHO COM O GOIÂNIA CLANDESTINA